Kim Lew crê que elas trarão mudanças profundas, ressaltando, no entanto, muitos caminhos diferentes a serem trilhados, explicando que as pessoas podem construir muitas coisas novas dentro do ecossistema cripto, como stablecoins e tokens não fungíveis, por exemplo.

Conservadorismo previsível

Lew disse que é importante para a Columbia Investment Management Company, empresa responsável por gerenciar o fundo patrimonial de US$ 11 bilhões da Universidade de mesmo nome, mexer um pouco com criptoativos “apenas para garantir que estamos seguindo”. Ela enfatizou que é importante garantir que a empresa tenha um relacionamento com pessoas que estão desenvolvendo experiência para que “possamos aproveitar essa experiência para decidir o caminho a seguir.”

Previsível por quê?

Antes vorazmente cético em relação às criptomoedas, o “mercado financeiro” (entre aspas pois agora há certo consenso) considera plausível se expor, por exemplo, no Bitcoin. As posições de Lew são reflexo disso. Há hipóteses positivas a serem levantadas: se 50% dos fundos de investimento bilionários dos EUA que hoje se mostram abertos ao setor investissem 1% de seu patrimônio nele, o ganho de preço seria notável. No início do ano, a ARK Invest fez um levantamento em relação ao S&P 500, relacionando o impacto de todas as empresas do índice adicionando 1% de seus recursos na criptomoeda. O resultado, em tese, traria US$ 40 mil no seu preço. É apenas um exemplo.